"se for fazer, faça. diga. pode ser desconfortável, mas pelo menos é honesto. nestes casos, o silêncio é quase uma mentira, além de uma covardia sem tamanho. de covardes eu já estou farta. " (Clarah Averbuck)
Então é isso. Eu recebi um e-mail, me dando explicações, dizendo que não era nada daquilo que eu escrevi e que eu deveria ter ido atrás das explicações certas antes de escrever. É verdade, eu deveria. Eu deveria se tivessem me dado ao menos uma única chance de saber realmente o que estava acontecendo.
Mas, meu bem, até disso eu fui privada.
E olha só, se foi o que eu escrevi ou não, realmente não me importa. Isso foi só a cereja do bolo. Nenhuma das alternativas justifica o processo em si. A falta de consideração, a covardia, a falta de habilidade para conduzir as coisas. É essa a questão central.
Outra coisa, muito importante a destacar, esse blog é pessoal. Não faço jornalismo nele. Eu coloco aqui sentimentos e opiniões, nada mais que isso. E eu ainda tô puta com tudo isso, por que a parte de ficar triste já passou, e tenho esse direito. Posso ter esse direito? Por que em todo o processo eu não tive direito nenhum. Tive que engolir a seco a desculpa mais esfarrapada que eu já ouvi na minha vida, de alguém que nem deveria estar me dizendo aquilo. Essa é a segunda questão central.
E, chega, eu não vou mais falar ou escrever sobre isso. Quero virar de uma vez essa página. E pra quem não gosta de ler o que escrevo ou acha que não tenho direito de reclamar no meu intransferível e pessoal blog, o CTRL + W é serventia da casa.

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